07 maio, 2012

#073 - Futebol e Metal, Vitor Birner no Wikimetal

Esta semana temos a honra de receber Vitor Birner, jornalista esportivo, ex-guitarrista de Heavy Metal e fã incondicional do Iron Maiden.

Numa conversa muito descontraída, Vitor Birner conta inúmeras histórias que misturam Heavy Metal com Futebol, duas paixões dos Headbangers brasileiros e seleciona músicas realmente ecléticas para rolar neste episódio.

No "Orgulho Nacional" da semana, Hard Rock de primeira com a banda paulistana Pink Dolls além da presença de um WikiBrother.

E a promoção da semana vai dar o 'City Of Vultures' do 'Rise To Remain' cuja qualidade do vocalista vem de berço, afinal trata-se do filho de Bruce Dickinson.

Neste episódio: Vodu, Metallica, Iron Maiden, Pink Dolls e Rammstein
Promoção: CD Rise To Remain Metallica


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23 comentários:

  1. Galera, ainda não ouvi o episódio mas ja estou baixando. Sou um grande fã do trabalho do Vitor Birner, curto demais as colunas dele no site e também no cartão verde na tv cultura. Direto ele aparece no programa com uma camiseta de uma bandas (normalmente IRon), hehe.
    Abraço

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  2. Tenho várias semelhanças com o Birner...

    Sou careca igual ele, sofremos das mesmas patologias: IRON MAIDEN e SPFC..., tbm toco guitarra... tbm curto pra kct Sisters of Mercy...enfim...são várias e várias coincidências...

    Qto a relação futebol/metal, ela é existente para quem curte metal, mas de fato, ela é quase nula...

    A imensa maioria dos nossos jogadores e pessoas do meio do futebol só ouvem o que todos nós sabemos já... são poucos os que ouvem metal hj em dia...antigamente tinhamos mais representantes...

    Casão, Solito, Ronaldo goleiro, Zetti...enfim... hj em dia, só conheço um jogador que ouve metal que é o Rafael Sobis do Fluminense...o Deola que o Benja citou uma vez é papinho...nao ouve e nao manja nada...rsrsrs...

    O filho do Pepe (ex-jogador da década de 60 do Santos, conhecido como canhão da Vila...só perde para o Pelé em numero de gols,acho...) é um headbanger da porrrrrra...!!! Certa vez vi uma reportagem, feita pela Record acho, onde mostraram a coleção de discos dele, as fotos de shows, camisetas, autógrafos, enfim, ele eh um de nós...rsrsrs

    Qto ao programa, muito bacana de novo e até mesmo pq, o Vitor fez parte ativamente do genero qdo foi guitarrista do Vodu...bem legal...

    E sempre bom ouvir o mestre Giba, com sua elegância e categoria de sempre para falar de metal...

    abs amigos...

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  3. Renato bacha8/5/12 3:00 PM

    IGNORAR a GENEALIDADE do "Dark side of the moon" eh um sacrilegio desse ser... Enfim, saudações Giba e wikibrothers..

    Abraco

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  4. excelente comparação entre fear of the dark e the wall, ja que fear of the eh carregado pela faixa titulo, quando ao Birner gosto tanto dele e dos kras do cartão verde que mesmo sem gostar de futebol vejo o programa, unico programa que ouvi inteiro o resto so corro o player pra ver as promocoes.

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  5. Esse cara é muito mito mesmo, ótimo comentarista, não perco um programa do Juca Kfouri com ele! grande entrevista!

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  6. Jailson, escute e depois comente. Com certeza é sempre Iron.

    André, vc realmente poderia ser o Vitor. Até porque vc tb gosta bastante de futebol. Tem podcast e tudo mais. A idéia de entrevistar o filho do Pepe é muito boa, pois realmente os jogadores não são Metal.

    Renato, o Giba é realmente um grande figura.

    Anônimos, o Vitor trata as nossas 2 grandes paixões com muito respeito. O futebol e o Metal merecem grandes comentaristas.

    Grande abraço,
    Masini

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  7. Muito bom programa, descontraído e informativo, sempre acompanho o Vitor no Cartão Verde, ele e o Marcio Braga, e não sabia da sua veia metal inclusive como guitarrista, tirando as camisas pretas que ele volta e meia usa...e concordo com o Andre, o futebol só faz sentido pra quem também é Metal, já que se torce pra dar certo, acompanha-se de perto, sofrendo também, onde os grandes campeonatos conquistados equivalem a um grande show, ambos inesquecíveis. Pra quem não é, já que gosto musical é algo pessoal, basta ver os pedidos de música dos jogadores, a maioria uma lástima.
    Gostei muito das bonecas rosadas (Pink Dolls, ahahah)...rock direto, meio setentista e bastante coeso, que continuem na ativa pois precisamos de bandas assim tbm.
    Uma outra dica pra entrevistarem é o Edu Monsanto, da ESPN, ele também é rockeiro e irmão do Gus Monsanto, atual GunPoint, ex-Adaggio e ex-solo do Timo Tolki.
    Ressalto também a volta das sequências de audio das coberturas dos shows, algo que não comentei no anterior, afinal o Wikimetal começou assim, né? Ahah...quando o audio é bom, passa muito bem a atmosfera que vocês sentiram, e esse do Anthrax de SP foi um chute na cara, showzaço mesmo.
    Abração, vamos nos falando, mantenham a pegada e que venha mais Metal no próximo episódio! Wikimetal Rules!!!

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  8. Esse episódio foi realmente bem legal, além da descontração é sempre bom ouvir alguém que tanto contribiui para o Heavy Metal Nacional. Espero que vocês também procurem outras lendas, como o Bala do Stress.

    Só não concordo com o Birner quanto ao Pink Floyd. Penso totalmente o oposto dele, pra mim a banda só começou mesmo após a saída de Syd Barrett, hehehe. No mais, parabéns Wikimetal.

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  9. Andre e Renato, valeu e saudacoes!

    Somente ontem a noite pude ouvir o episodio recem chegado dai e fico contente com a escolha do Victor Birner como convidado. O jornalismo esportivo ganhou muito com ele, assistia muito o Cartao Verde, mesmo quando o programa foi ingratamente transferido para segunda feira e o time era de primeira: Mestre Flavio Prado, Jose Trajano e o Juca Kfouri e agora curto ver a Tabelinha com o Juca esporadicamente. O Heavy Metal nao perdeu muito. Apesar de conhecer o Claudio Victorazzo e o Andre Cagni, vulgo Pomba, nao curtia o Vodu, nao, mas respeito demais os caras, sem falsidade. E custei tambem a assimilar o nome Victor Birner, para mim sempre foi Thumba, agora ja me acostumei.

    Vou ver quando voltar ai se acho a gravacao do programa Boca Livre apresentado pelo Kid Vinil na TV Cultura em 1989. Tocou no mesmo programa o Viper com o Andre Matos e so la rolou a °At least A TIME" e principalmente a "Crime" na voz do Andre Matos e tem o Vodu com o entao cabeludo Victor Birner (keep Fighting oi oi oi) fora Korzus e Golpe de Estado.

    Achei demais a escolha da Audition Tape do Bruce e eu piro quando escuto a Ich Will tambem do Rammstein, alias, nao sou eu, quando rola este som no show deles, seja aqui ou em qualquer outro lugar, a casa cai.

    Curti o Pink Dolls com uma ressalva. O som eh bom, a gravacao eh idem, mas o vocal necessita melhorar a pronuncia um pouco. Se trilhar este caminho, a banda tem futuro.

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  10. Allan, as vezes uma grande partida de futebol, ja vale o campeonato. Assim como o Dani, eu vou muito ao estádio, e uma vez coloquei o fone de ouvido e fiquei vendo a partida escutando metal. Foi uma grande experiência.
    Quanto ao orgulho nacional, no site dos caras da pra baixar todas as músicas. E as coberturas realmente levam a gente de novo para o show.

    Marcel, vamos estar sempre atentos para falar com esses grandes nomes que construíram o metal nacional. Percebemos que o Vitor não tem opiniões polemicas só no futebol.

    Giba, sua visita foi muito legal. Os biscoitos foram um sucesso, mas acabaram rápido.
    Gosto muito do cartão verde, e acho o Vitor um apaixonado por futebol. E por isso ele respeita o esporte, não sai por ai falando qualquer bobagem.
    Se vc achar esse video, manda pra gente. Me lembro muito bem desse dia. Crime com o André! Será que isso vai acontecer outra vez?

    Abraço a todos,
    Masini

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  11. Excelente episódio!

    Discordando do Giba (acho que é a primeira vez, rs!: gosto bastante das gravações do Vodu. Levo em conta que era uma banda de metal formada em um país recém "aberto" para o que vinha de fora. Os caras, assim como o Korzus, Viper, etc... estavam fazendo heavy metal na raça, sem conhecer direito as "manhas" do estilo. E o resultado é bom, dadas as péssimas condições pra gravação na época.

    Concordando com o Giba: todo o crédito deve ser dado a todos os integrantes do Vodu (e das outras banda também!), pioneiros do metal no Brasil.

    E por falar em pioneiros do metal, como anda o lançamento do filme "Brasil Heavy Metal"? O lançamento estava programado pra outubro do ano passado e até agora nada. Alguém sabe de alguma coisa?

    Abraço aos amigos e amigas do Wikimetal! \,,/

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    1. Juninho,

      Pode discordar a vontade, nao sou o dono da verdade, estamos aqui para debater.

      No caso do Vodu, a questao eh apenas de gosto musical, nada pessoal contra os membros, pelo contrario, ja citei que trocava ideias com o Claudio e o Andre Cagni. Apenas nao curtia a banda, restrito somente ao som, mas entendo a importancia dela para a cena de metal no Brasil e nao tiro os meritos do Thumba, ops, Victor Birner, Claudio Victorazzo, Pomba, Sergio Facci e qual era o outro guitarra classico? Paulo Lanfranchi, eh isso?

      E so para esclarecer, nao eh questao de gravacao, pois os discos gravados ate por volta de 1988 no Brasil tinham "producao" precaria ou nenhuma. E nao levo isso em conta, pois sofri na pele na mesma epoca com instrumentos pifios e as bandas alem disso nao dispunham nem de estudios com equipamento adequado e muito menos know-how de como gravar metal, pois os bons produtores que haviam nao tinham a minima nocao de como tirar um som adequado para o nosso estilo tao amado, mas isso nao tira a qualidade do debut do Viper, do Sonho Maniaco do Korzus que eh toscamente mal gravado demais de maneira alguma, pois sao bons pra car****. Era o que se permitia fazer naquela epoca com os recursos que haviam e dou todo o devido desconto. Falar hoje de qualidade de gravacao comparado com aqueles tempos eh covardia e descabido, nao tem o menor proposito.

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    2. Gibapédia,

      excelentes colocações. Tinha percebido sim que, com relação ao Vodu, a questão era apenas de gosto pessoal mesmo.

      Você está coberto de razão em falar da produção da época. Não sei se me expressei da melhor maneira anteriormente: não que os caras das bandas pioneiras não tinham "know how" de como fazer metal, mas sem dúvida todos eles evoluiram musicalmente desde o final dos anos 80 até hoje e chegaram em um nível, senão igual, até melhor que o dos gringos. Concordo muito em afirmar que a produção era pífia e não pode ser comparada com o que temos hoje.

      Nessa época atual de reuniões (e acho que todos estamos torcendo principalmente para um retorno oficial e efetivo do Viper) não seria nem um pouco ruim se bandas como Korzus e Viper pudessem regravar o material de seus álbuns de estréia, com o auxílio da ótima produção brasileira atual (vide o que o Korzus fez em seu último álbum). Seria muito bom ouvir o Soldiers of Sunrise mixado, equalizado e com peso decentes (apesar da gravação velha ter um toque de saudosismo...)

      Valeu!

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    3. Juninho,

      Quando eu dizia que faltava o know how nao estava me referindo as bandas e sim aos produtores da ocasiao.

      As bandas ja tinham referencia e tambem aprenderam na raca a compor, moldando seu estilo proprio, o que era uma caracteristica da epoca.

      Acho que todos que tocavam um instrumento na ocasiao, seja por lazer ou visando uma carreira, queriam que soasse como um disco do Slayer, Testament, Maiden, Death e por ai afora, so que nao tinhamos sequer equipamento adequado e muito menos os produtores sabiam como chegar a este resultado. Nao bastava mostrar um disco de referencia e dizer: "olha, queremos o timbre de guitarra que soe assim, assado". Os produtores nao tinham a menor ideia de como chegar a este resultado e aliado a falta de equipamento , ai ficava completamente impossivel obter um resultado ao menos satisfatorio em termos de producao.

      Ainda assim, eu acho que o Brasil da decada de 80 nao era tao atrasado assim tecnologicamente falando. Basta pegar os discos de bandas alemaes temporais como Helloween, Running Wild, Kreator, Grave digger e principalmente o Sodom e o Destruction em cujos primeiros discos podemos notar que soavam quase tao ruim quanto os primeiros discos produzidos aqui no Brasil em termos de producao, com a diferenca de no maximo 3 anos entre os primeiros lancamentos de la e os da ai, na media. So que o Infernal Overkill, o Pleasure to Kill, o Walls of Jericho, o Gates to Purgatory sao albuns historicos tanto quanto o Soldiers, o Sonho Maniaco, o Antes do Fim, etc. O que esta em discussao eh a qualidade contida neles na composicao, a producao eh um caso a parte.

      Quanto a regravacao, acho que ha casos e casos. Nao sou purista a ponto de achar que obras primas nao devam ser regravadas, mas acho que ha casos sem a menor necessidade. o Theatre deixaria como esta, nao mexeria em nada. o Soldiers ja seria legal uma remodelada, mas sera que captaria aquele espirito selvagem da epoca? Eh coisa a se pensar.

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    4. Também acho. O espírito da "molecada" que gravou o Soldiers é bem difícil de ser reproduzido.

      Tomara que a captação do áudio no show do dia 01/07 seja multipista e decente por parte do pessoal do Via Marques. Se o Viper não puder regravar o Soldiers em estúdio, tenho certeza que um bom show ao vivo se encarrega de trazer de volta todo o "espírito rebelde" novamente. Ouvi bons comentários sobre o áudio do show do Soufly.

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    5. eu acho que muito mais que regravar os discos classicos, vale muito mais a pena registrar esta apresentacao em video para a posterioridade.

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  12. Juninho, qualidade de gravação a parte, acho que o disco do Vodu é bem legal, e que os caras realmente desbravaram o caminho do metal no Brasil assim como outras grandes bandas. Mas confesso que na época os outros discos lançados (bandas brasileiras) me agradaram mais.
    Quanto ao Brasil Heavy Metal, sabemos que o Mika segue forte na luta. Não é fácil lançar documentários no Brasil, mas ele continua firme. Vou buscar essa informação e te aviso.
    Abraço,
    RMasini

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    1. Rafa,

      se você não tiver preferência por outros discos (leiam-se Soldires of Sunrise e Theater of Fate), eu iria me espantar, já que pouquíssimos tiveram o privilégio de ouvi-los tantas vezes e em cima do palco, como você e o Daniel, kkkk!!!!

      Espero que vocês possam nos trazer notícias boas sobre o documentário no próximo episódio.

      Abraço!

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  13. Pedro Guanais11/5/12 7:01 PM

    Adorei! Vitor Birner conhece mto msm sobre Metal, e mto mais sobre Maiden. Gostei do episódio.

    Abraços!

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  14. Opa, andei meio sumido hehe. Me atualizando.

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  15. Este comentário foi removido pelo autor.

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  16. Bem, uma das melhores edições que já ouvi até hoje, pois mesmo vocês entrevistando lendas do metal internacional quando é alguém mais acessível, como foi o André, Sepultura, Korzus e agora o Vitor. A conversa flui mais, parece até um papo de amigos, e o é.

    Engraçado que essa questão de comprar o disco, tê-lo em mãos e etc. Passei por tudo isso na minha adolescência, mas sou bem novo, porém, em plena era da internet só vim ter acesso a internet bem depois do "boom" dela no Brasil.

    Por isso, comprei toda discografia do Maiden original, tudo que ouvi do Maiden foi mês a mês. Todo mês eu economizava e comprava um disco, foi assim que conheci o trabalho deles. Mesmo o não acesso a internet e amigos pra compartilhar os discos deles comigo sendo uma coisa ruim, a coisa boa foi que senti um pouco do que essa geração mais antiga sentia. Ter que esperar, ficar ansioso pra comprar um próximo disco.

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  17. Pedro, acompanhe o Vitor no cartão verde. É muito legal.

    Arthur, andou sumido mesmo. Mais é sempre bom ter os teus comentários de volta.
    Realmente o Vitor é um amigo da época antiga, e ha muito tempo eu não o via. Mas o papo saiu como se não tivéssemos perdido o contato nunca. Tb gostei muito do episódio.
    Que legal esse teu relato do disco à disco. Hj em dia o que eu faço é aguardar com ansiedade os discos das minhas eternas bandas, e tb quando eu descubro uma banda que não conhecia, comprar assim como vc os discos aos poucos.

    Abraço,
    RMasini

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